As curvas no caminho, meus olhos tão distantes, Eu quero te mostrar os lugares que encontrei Como o céu pode mudar de cor quando encontra o mar Um sonho no horizonte, uma estrela na manhã De repente a vida pode ser uma viagem E o mundo todo vai caber nesta canção Vou te pegar na sua casa, deixa tudo arrumado Vou te levar comigo pra longe Tanta coisa nos espera, me espera na janela Vou te levar comigo Eu quero te contar as histórias que ouvi E nas diferenças vou te encontrar O amor vai sempre ser amor em qualquer lugar Vou te pegar na sua casa, deixa tudo arrumado Vou te levar comigo pra longe Tanta coisa nos espera, me espera na janela Vou te levar comigo...
Parabéns àquele que escreve o cotidiano em forma de poesia, que traz nas letras seus dons,que nos dá a dor e a graça do mundo, que nos poupa a busca, que nos faz compreender as razões do mundo e seus muitos mistérios. Faça sempre da comunicação o caminho,mais ainda: a transmissão da Palavra. Que esse dia, DIA DO JORNALISTA, seja um dia em que Deus os cumule de graça e dê asas também, a sua caneta e seu microfone... ou seu teclado...
Mensagem do Papa Bento XVI para o 44° Dia Mundial das Comunicações
“Do mesmo modo que o profeta Isaías chegou a imaginar uma casa de oração para todos os povos (cf. Is 56,7), não se poderá porventura prever que a internet possa dar espaço – como o ‘pátio dos gentios’ – do Templo de Jerusalém também àqueles para quem Deus é ainda um desconhecido?”
Trecho da mensagem do Papa Bento XVI para do Dia Mundial da Comunicações, 16 de maio de 2010. Os novos meios de comunicação constituem, como disse Bento XVI, um “continente digital”, um continente enorme que está reclamando o anúncio da salvação. Vamos lá, catequistas, conquistar esse continente!
Está tudo preparado já. No domingo, minha mudança vai para Bandeirantes. Desde o dia dezessete meu marido já está lá. Estou com saudade. Os telefonemas diários não são o suficiente para matar essa saudade. Mesmo sendo até mais do que um por dia. Ele está sentindo até mais do que eu. Dez dias até parece pouco, mas para quem está acostumado a uma família barulhenta todo dia, ficar sozinho numa casa com um colchão e uma TV, é para deixar qualquer um maluco. Outro dia ele me disse que não conseguia dormir e rezou a noite inteira...
Houve uma época em que os Cristãos se defendiam da maioria. Hoje os cristãos precisam se defender das minorias. E o engraçado é que, aqui no Brasil, a minoria se chama “Brasil para Todos”. Uma instituição formada por minorias religiosas e alguns “juristas”. Eles estão defendendo um Brasil para todos, pedindo, entre outras coisas, que se retire das escolas e repartições públicas os símbolos religiosos, ou seja, o Crucifixo, símbolo do cristianismo. Eles se baseiam na nossa Carta Magna onde diz que o Estado não pode privilegiar nem determinar qualquer crença ou religião. Aliás, a Constituição da República Federativa do Brasil começa assim:
“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedadefraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.” (Preâmbulo da Constituição de 1988).
Bem, os representantes do povo brasileiro assim o são porque foram eleitos por esse mesmo povo. Os valores que ela defende, nem se discute. Mas, que seja destacada a igualdade, a justiça, a fraternidade, a pluralidade e, sobretudo, o sem preconceitos. Ao sentarem-se para escrever a nossa Lei Maior, nossos constituintes invocaram ainda A PROTEÇÃO DE DEUS. Pois é. Agora esse mesmo Deus precisa ser renegado para que se cumpra a pluralidade e a igualdade na nossa sociedade democrática.
Toda essa discussão surgiu aqui no Brasil, quando um Deputado em São Paulo, José Bittencourt, advogado e presidente de uma associação de pastores, que não descobri de que religião, pois ele, tão orgulhoso dela, sequer a coloca no seu perfil no site, se sentiu ofendido pela Cruz e entrou com um projeto de Lei para tirar a cruz das repartições públicas do estado. Outros estados copiaram a iniciativa e pipocaram projetos nesse sentido no Brasil.
Mas a controvérsia mesmo surgiu na Europa. A mesma França, que foi berço da democracia com a famosa Revolução Francesa pelos Direitos Humanos e sociais (que acabou matando tanto os monarcas quanto os revolucionários pois, ao final, ninguém mais sabia o que queria!), começou o levante para se acabar com a cruz nas instituições públicas. Em seguida veio o caso da Itália. Uma mãe de família acordou um dia, resolveu ir a escola dos filhos e brigar porque a cruz na parede da sala de aula podia afetar a “educação” dos filhos dela. Isso virou caso internacional e a Corte Européia dos Direitos Humanos achou por bem determinar a retirada da cruz das escolas públicas da Itália. De quebra, ela levou uma indenização de cinco mil euros. Nem imagino de que religião seja a Senhora Lautsi, autora do processo. Mas estou me perguntando aqui quantos presentes de natal ela comprou com esse dinheiro ou ainda, se ela, revoltada, vai trabalhar nesse feriado “cristão”.
Enfim, como bons brasileiros que somos e cumpridores do preceito: “nada se cria, tudo se copia”, resolvemos estabelecer aqui também essa discussão. No país com a maior população católica do mundo. Estamos agora brigando para saber se é certo ou não colocar uma cruz numa sala de aula ou num tribunal. Pelo andar da carruagem, a coisa vai mal para nós cristãos católicos. Corremos o risco de ser proibidos de fazer o sinal da cruz em público ou ainda pendurar crucifixos nos nossos pescoços.
Voltemos agora ao caso da Lei. Vivemos num país democrático, onde nossos representantes, aqueles que criam e promulgam as leis, foram eleitos pela vontade da maioria. Ou não? Com essas associações partidárias e legendas, já nem sei mais... Enfim, deputados, senadores, presidente; todos estão lá pelo nosso voto. Será que quando votei, eu, católica fervorosa, prestei atenção se meu candidato pelo menos acreditava em Deus? Ou votei no José Bittencourt porque fui com a cara dele? Aliás, ele foi eleito com 41 mil votos como deputado estadual. Só a cidade de São Paulo tem 7.593.144 eleitores. Se fizermos a proporção considerando só essa população, dá pouco mais de 0,5% dos eleitores. Essas porcentagens não lembram, nem de longe, o conceito de “representante do povo”. Claro que a democracia também precisa preservar as minorias, senão não seria democracia, mas... Os católicos estão perseguindo os ateus e agnósticos em nosso país? Estamos ferindo os princípios de igualdade e fraternidade lembrando que Cristo morreu na cruz pregando esses valores, independente de ser filho de Deus ou não?
No fundo a culpa é nossa. Sim, nossa. Esquecemos dos sacrifícios, martírios e sofrimentos dos primeiros cristãos. Daqueles que saíram a pregar o amor ao próximo mundo afora, quando nem existia a Igreja. Eles não tinham medo. Eles sim tinham fé. Eram discípulos de corpo e alma. E nós? Os herdeiros deles? O que estamos fazendo? Precisamos urgentemente resgatar o conceito de DISCÍPULO. De missão, nem se fala.
Será que vamos voltar a ter medo de portar a Cruz de Cristo no peito? Ou será que temos mesmo a cruz gravada em NOSSO CORAÇÃO?
Brigar pelas coisas em que acredito, pelas coisas boas, pelos amigos, pelos inimigos...
Brigar por Cristo, brigar pelo meu direito de manifestação religiosa...
E essa briga é boa... Daquelas que a gente dá um boi pra não entrar e uma boiada pra não sair.
Esse negócio de Lei, Medida Provisória e todas essas manifesatações sobre "direitos humanos", envolvendo os cruxifixos em repartições públicas, é uma coisa para a gente realmente se incomodar. Se incomodar de fato e valendo! Isso está certo, isso está errado?
Acreditamos na fé que professamos? Somos discípulos missionários? Taí! Essa é a hora. Hora de dizer se realmente somos...
(...) Tudo o que eu tenho para dar para você são essas cinco palavras: Obrigado por você me amar Por ser meus olhos quando eu não podia ver Por abrir meus lábios quando eu não podia respirar Obrigado por você me amar Obrigado por você me amar Eu Nunca soube que tinha um sonho Até aquele sonho ser você Quando olho dentro de seus olhos O céu fica num azul diferente Eu não visto disfarces, mas se eu tentasse, você faria de conta comigo Que acreditou em minhas mentiras Você me ergue quando eu caio Você marca presença antes de eu ser posto de lado Se eu estivesse me afogando você abriria o mar E arriscaria sua propria vida para me resgatar Sim,sim,sim,sim,sim Tranque as portas vamos deixar o mundo lá fora E tudo o que eu tenho para dar para você São essas cinco palavras Quando eu não podia voar, Oh, você me deu asas Você abriu meus lábios quando eu não podia respirar Obrigado por você me amar Oh, por me amar
Hoje, 24 de janeiro, começa a Festa da Padroeira da Catedral Nossa Senhora de Belem de Guarapuava. É também a festa da Padroeira da Diocese. Dura dez dias, até o dia 02, feriado municipal, dia da Padroeira. A abertura hoje será com uma missa solene às 10h30 e a noite, às 19hs, é o primeiro dia da novena. Este ano a festa é mais especial ainda. Em 2010, completam-se 200 anos da Igreja construída aqui pelo Pe. Chagas, uma pequena capelinha fundada em 17 de junho de 1810, exatamente no lugar que é a Catedral hoje.
Teremos também hoje, um almoço festivo. Daqui a pouco vou para lá ajudar. Durante a semana ajudei um pouco na organização. É o terceiro ano que estou na paróquia e acredito, a última vez que estarei trabalhando na festa. É uma coisa que faço com a maior alegria. Acredito que as festas da Igreja, apesar de terem perdido seu caráter de confraternização e terem se tornado uma necessidade quase que exclusivamente financeira, ainda tem muito da magia de antigamente. É momento de encontro da comunidade. De festejar o ano que passou e todas as graças recebidas. Pelo menos é essa a intenção que se quer.