O sistema PageRank (TM) é usado pelo site de busca Google para ajudar a determinar a relevância ou importância de uma página na internet. Foi desenvolvida pelos fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin em 1998. Quanto maior o pagerank de um site maior é a importância do mesmo. O pagerank varia de 0 a 10. A maior parte dos sites da Internet tem pagerank 0.
O PAGE RANK DE MEU BLOG É 3. Obrigado a todos que visitam meu blog!!!
Esse vídeo é para a Liza de São Paulo, que um dia desses me enviou essa música.
Liza, saiba que sempre conto com amigos que "possam me levar para casa" quando eu precisar!
"Às vezes os problemas são seus únicos amigos e eles estão sempre de volta Deixam seu corpo mais velho do que realmente é E quando ela diz que precisa ir , não se tem muito o quê dizer nesse momento E problema é caminho para a tristeza, Tão forte você era, frágil agora você é Estou vendo você respirar como se fosse à última vez Uma canção para seu coração, para que ele fique tranqüilo Sei o que significa ... Eu posso te levar para casa Se você tivesse asas sei que voaria para longe Um outro dia, Deus lhe dará... Agora, te levarei para casa."
(...) A capacidade de ouvir não se limita exclusivamente à possibilidade de captar sons. Temos sido surdos em um mundo repleto de sons e de melodias que poderiam transformar nossas vidas em sinfonias de amor e de realização. Temos sido criaturas incapazes de perceber palavras e histórias maravilhosas que ilustram a existência dos seres que nos cercam e que muito poderiam nos ensinar. Temos sido deficientes auditivos quando se trata de escutar verdadeiramente aquilo que precisamos ouvir. É necessário e urgente que desenvolvamos a real capacidade de ouvir. LEIA O TEXTO NA ÍNTEGRA NA PASTA MAIS: http://mais.uol.com.br/view/383536
A gente vive a vida toda, cheios de nossos próprios conceitos. Isso quando não, de preconceitos. Conceito de amor, conceito de amizade, conceito de aceitação. Propagamos aos quatro ventos esses nossos conceitos. Mas não os vivemos de fato. Acreditamos que amar é dedicar-se ao outro a tal ponto de nos esquecermos de nós mesmos. Acreditamos que amizade é a eterna espera de que o outro tenha por nós, os mesmos sentimentos. E nessa espera, às vezes, nos despojamos de nós mesmos. Porque o outro acredita que amigo é aquele que ouve e cala. Nunca fala. Não “incomoda”.
E no nosso conceito de aceitação se soma a de todos os outros. Aceitar ao outro é amar. Aceitar ao outro é ser amigo. Será? Será essa aceitação incondicional realmente, prova de amor? Quantas vezes nos calamos em nome do amor, quando deveríamos gritar os nossos sentimentos, a nossa insatisfação? Quantas vezes em nome da amizade deixamo-nos pisar sem piedade, apenas para que o amigo se sinta bem? Quantas vezes deixamos de dizer aquilo que é importante apenas com medo da reação do outro? Diria que muitas vezes é necessário, antes de aceitar, rever nossos conceitos...
Da mesma forma que o conceito funciona para mim, deveria ser para o outro. Se amar é aceitar, te aceito como é. Mas então, você não me aceita... Você exige de mim aquilo que não sou. O amigo que cala, só ouve, não fala. O amigo que não dá palpite, o amigo que não se mete na sua vida. O amigo que só dá o ombro para chorar, que chora com você, sendo que, este chorar com você, nem pode ser manifestado. O amigo que jamais, veja bem, jamais, te dá conselhos. Então dessa forma, não é preciso amigo. Uma coluna almofadada para encostar, surte o mesmo efeito. Com a vantagem que ela nunca vai retribuir teus sentimentos ou te molhar com suas lágrimas.
Mas a coisa não funciona assim. Precisamos de retribuição. Precisamos saber que somos importantes para o outro, como o outro, é para nós. Senão, é o momento do abandono. E abandonar é deixar. E deixar, entre todos os conceitos é o mais dolorido. Implica na maior de todas as aceitações: a de que não somos amados ou que somos incapazes de amar. Às vezes o abandono é a maior prova de amor que podemos dar. Tanto para o ser amado, quanto para nós mesmos. Quantas vezes nosso amor “incomoda” o outro, pela simples razão de que ele não pode retribuir. “E não importa o quanto você se importe, isso nunca vai ter importância para o outro”. Então, ás vezes, o abandono se faz necessário... Muito mais que o amor.
Neste final de semana tenho aula de pós graduação em catequética. Aproveitando o feriado da sexta, estou de "férias" até segunda feira. Pra não ficarem com saudade de mim, ouçam as músicas na pasta mais. Beijos.
Quem dera pudéssemos fazer de nossas metades, metades "Inteiras"...
Metade
Que a força do medo que tenho Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito Não me tape os ouvidos e a boca Porque metade de mim é o que eu grito Mas a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe Seja linda ainda que tristeza Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada Mesmo que distante Porque metade de mim é partida Mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor Apenas respeitadas Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos Porque metade de mim é o que ouço Mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora Se transforme na calma e na paz que eu mereço Que essa tensão que me corrói por dentro Seja um dia recompensada Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste,
e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso Que eu me lembro ter dado na infância Por que metade de mim é a lembrança do que fui A outra metade eu não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria Pra me fazer aquietar o espírito E que o teu silêncio me fale cada vez mais Porque metade de mim é abrigo Mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta Mesmo que ela não saiba E que ninguém a tente complicar Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer Porque metade de mim é platéia E a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada Porque metade de mim é amor E a outra metade também.
Escute essa bela poesia na voz de Oswaldo Montenegro:
A gente pode até achar a vida sem graça... Que conosco tudo é sempre igual. Que nosso cotidiano de catequistas não tem nada de especial. É assim com minha amiga Dulce de Planaltina, DF. Ela me disse um dia: “Minha catequese é tão sem graça! Minha vida é muito parada.” Não concordei com ela. Acham que com uma história dessas, alguém é sem graça ou parado? Esse é meu JEITO DE CONTAR, a história da Dulce, nossa:
Catequista “Sangue Azul”
Então aí vai: meu momento de vexame, (afinal moro em Brasília, não sou política., mas passo as minhas). Há mais ou menos três anos eu era doadora de sangue. Nunca em todo o procedimento eu senti alguma coisa errada. Saia de lá e continuava a vida normalmente. Aquilo não me afetava em nada. Até que um dia...
Em Planaltina não há centro de coleta de sangue, temos que nos deslocar até Brasília. Bem, transcorridos os três meses da última doação, lá fui eu para outra. Convidei minha sobrinha Patrícia, para ir comigo ao Plano (aqui chamamos a capital assim, devido ao Projeto Piloto do Oscar Niemayer, se vier aqui e for se deslocar até lá, a identificação é: Toca pro Plano Piloto!). Como nós não dirigimos nem carrinho de supermercado, fomos de buzu (ônibus mesmo). Procedimentos normais efetuados, nada senti durante a "retirada" do sangue. Tomamos o café que eles fornecem: Pão branco, pão integral, presunto, queijo, mamão, suco de laranja, iogurte, brioches, croissant, biscoitinhos, leite, café, chá, champanhe... Opa! Acreditaram? Hahahaha... Mentirinha! Pão com margarina mesmo e café fervido umas dez vezes! Tomo, pois afinal tenho que repor as energias depois de reduzir em 450 mililitros o precioso sangue azul que corre em minhas veias! (Sou Cruzeirense, né?).
Após o café, fomos para a rodoviária a pé, pois não fica muito longe não. Quando estávamos quase chegando percebemos que havia um “buzu” estacionado na “baia” (ai Deus, qual é a tradução disso?) e quase partindo. Como pobre não pode ver ônibus, descemos a escada correndo, vencemos o trecho que faltava e entramos no ônibus. Parei na roleta, peguei a carteira, saquei o dinheiro da passagem e... Puff! Tudo foi escurecendo, escurecendo e não vi mais nada. Segundo as testemunhas juramentadas do acontecimento, deixei o dinheiro e a carteira cair e fui indo ao chão. Mas, eis que nesse momento, embarca na nave, meu herói! Pela porta traseira, vinha entrando um bombeiro (entram pelos fundos, pois tem passe livre). E ele, com seus olhos de águia e disposição de guerreiro de fogo (na verdade, do fogo), percebeu meu estado deplorável. A essa altura eu já não sabia de mais nada, esses são os relatos da minha sobrinha e do meu coração de mocinha protagonista do filme.
Mas ele, meu herói, foi pedindo licença para as pessoas que estavam no corredor (Incrível, aqui os ônibus estão sempre lotados. Isso não acontece no resto do país, tenho certeza!), veio correndo, pulou a roleta, pediu para um velhinho de cem anos levantar (só eles conseguem sentar nesses ônibus!), sentou-me ali com todo cuidado e foi verificando meus sinais vitais. Na medida do possível, pois não tinha equipamento de primeiros socorros. Pena que não foi necessária respiração boca a boca! Quando minha sobrinha informou a ele o porquê de meu “apagão”, imediatamente ele “determinou” (poderoso!) ao motorista que, se eu não começasse a melhorar, iríamos direto para o hospital que fica a poucas quadras dali. Devagar (não tanto quanto eu gostaria), fui começando a ressuscitar e não foi preciso ser medicada.
Durante todo o trajeto até chegar ao ponto de parada dele, ficou em pé ao meu lado, verificando a minha pulsação e conversando comigo. Antes de descer recomendou-me que parasse de ser doadora, meu organismo não estava preparado para perder tanto sangue ao mesmo tempo. Fiquei triste, mas preferi seguir sua sugestão. Imaginou se numa hora dessas não aparece um cavaleiro de armadura para me socorrer? Pois é, quem disse que catequista não pode viver histórias de novela mexicana? Mas a coisa mais penosa dessa história toda é que não posso mais disseminar pela humanidade meu sangue azul O+. É, pessoal, vão ter se contentar com sangue plebeu mesmo.
Vocês já ouviram a expressão aprendizado multidisciplinar? Pois bem, alguém com capacidade multidisciplinar é capaz de aprender uma infinidade de coisas e ser bom em todas elas.
Isso a gente pode falar dos Ninjas, praticantes de uma arte marcial chamada Ninjutsu, com raízes que datam de mais de mil anos atrás. Os Ninjas tiveram funções diferentes ao longo da história do Japão. Houve épocas em que eram guerrilheiros e em outras épocas eram agentes secretos do governo japonês, instrutores de polícia e assim por diante. O Ninjutsu foi desenvolvido como um sistema de combate que exigia uma perfeita saúde mental e psicológica. Para os Ninjas, o corpo é visto como a “ferramenta” do espírito. E pelas experiências do corpo, tal como a dor, é que o espírito é lapidado. Eles buscavam a perfeição, antes do espírito que do movimento.(...)