Catequista Amadora
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CORINTIOS 13

O amor

 

Se eu tivesse o dom de falar em outras línguas, sem tê-las aprendido, e se pudesse falar em qualquer idioma que há na terra ou no céu, mas não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o barulho do gongo ou o som do sino.

Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e tanta fé ao ponto de tirar as montanhas dos lugares, mas, senão tivesse amor eu não seria nada.

Se eu desse aos pobres tudo o que tenho e até entregasse o meu corpo para ser queimado, mas não tivesse amor, isso não teria valor algum.

O amor é muito paciente e bondoso, o amor não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso.

Não é arrogante, nem egoísta.

Não se irrita, nem fica magoado.

O amor não se alegra com a injustiça, mas fica feliz com a verdade.

Ele nunca desanima, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência, o amor é eterno. Há mensagens espirituais, mas durarão pouco.

Existem dons de falar línguas estranhas, mas acabarão logo.

Há conhecimento, mas terminará também.

Pois os nossos dons de conhecimento e as nossas mensagens espirituais existem somente em parte.

Mas quando vier o que é perfeito, então o que existe em parte será extinto.

Quando eu era menino, a minha maneira de falar, de sentir e de pensar era de menino. Agora que já sou homem, não tenho mais essas coisas de menino.

Agora só podemos ver e compreender um pouquinho de Deus, com se estivéssemos observando seu reflexo num espelho muito ruim, mas chegará o dia em que o veremos integralmente face a face.

Tudo quanto sei agora é obscuro e confuso, mas depois verei tudo com clareza, tão claramente quanto Deus está vendo agora mesmo o interior do meu coração.

Agora, pois, permanecem três coisas: a fé, a esperança e o amor. Porém, a maior delas é o amor.

 

Paulo de Tarso



Categoria: Textos
Escrito por Angela Rocha às 20h35
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TEMPO ONDE ESTÁS?

Hoje as coisas estão meio tumultuadas aqui. Feira de usados amanhã para organizar. Formação de catequistas a tarde para trabalhar e domingo mais um retiro com os pais e catequizandos...



Escrito por Angela Rocha às 12h46
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ESSENCIA DE VIDRO

Este texto eu escrevi pensando nas críticas e elogios que a gente recebe quando escreve. Começou como um comentário de blog... aí vi que ficou muito longo, então virou um texto. Um texto que escrevi pensando num amigo muito querido.

 

Essência de vidro...

"Quando os nossos pés descalços se colocam diante das duras pedras do sofrimento... quando a fragilidade de nossa condição nos leva a trilhar o inevitável caminho das sombras... quando a vida nos revelar que somos portadores de uma essência de vidro... é importante que a gente se livre da pressa e da facilidade das respostas prontas... porque diante da dor sofrida, mais vale um silêncio, uma pausa, que uma palavra inoportuna."

(Prefácio do livro "Quando o sofrimento bater a sua porta" Pe. Fábio de Melo)

Às vezes vale não dizer nada do que dizer coisas das quais vamos nos arrepender depois. Aquilo que nos sai da boca em forma de palavras, desde que o interlocutor tenha bom ouvido, jamais poderá ser engolido de volta. Igual poder tem a palavra escrita. Aquilo que colocamos no papel tem o poder de nos fazer conhecidos em nossa essência. Quando escrevemos conversamos com alguém que, naquele momento, não pode nos responder. O papel é assim, o amigo perfeito, aquele que escuta absolutamente em silêncio tudo o que dizemos.

Ah! Mas ele se torna perigoso a partir do momento em que se torna leitura. Deste momento em diante perdemos o domínio do nosso interior, dos nossos pensamentos, de nossas emoções. Passamos a ser devassados por uma infinidade de olhos que nos olham, nos julgam, nos criticam. Aí passamos a ter resposta. O livro, o texto, passa a ser diálogo. Não há que se ter intimidade. Não há que se ter vida própria. Passa-se ao domínio das opiniões. O texto lido é autor tornado público. É sentimento comungado.

Para o escritor, o que antes era só reflexão interior se transforma em interlocução, mesmo que o leitor jamais expresse sua opinião diretamente a ele. É pela leitura que se conhece pessoas, lugares, sentimentos, experiências que estão fora de alcance, enfim, tudo aquilo que não está perto nem pode ser tocado. A leitura torna-se assim, uma condução. Com ela pode-se ir a qualquer lugar, conversar, vivenciar situações, chorar, rir, ficar com raiva e algumas vezes ter vontade de rasgar o papel ou, melhor ainda, apertar a tecla “delete”. Quantas vezes perdemos nosso tempo lendo mensagens que nem deveriam ter sido escritas? Seria como diz o ditado “pegar o bonde errado”. Ah, mas quando entramos no bonde certo... A viagem torna-se um deleite.

Fazemos muitas viagens lendo. Conhecemos muitos lugares, muitas pessoas. Enganamo-nos com pessoas também. Afinal, o papel tudo aceita. Cartas de amor que não são verdadeiras. Contratos quebrados. Promessas não cumpridas. Sentimentos não respeitados.

E nossa essência ainda é de vidro. Ainda nos partimos em muitos pedaços quando caímos. Palavras ainda nos ferem. Quando ditas e muito mais ainda quando não ditas.

Ângela Rocha

 



Escrito por Angela Rocha às 17h27
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TEXTO

Silvanety, lá de Tangará da Serra - MT é um Anjo. Dona de uma sensibilidade e um carinho muito grande. Acredita até que a gente é, de fato, “Anjo”. De vez em quando manda pra gente uns textos maravilhosos. Esse é um deles:

Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.

Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, ainda em botão.

Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.

Mas não somos adivinhos. Não sabemos por quanto tempo estaremos enfeitando esse jardim e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor.

E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.

Entristecemos-nos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.

Perdemos dias, às vezes anos. Calamos-nos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.

Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.

Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso"      e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.

E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.  Reclamamos do que não temos,     ou achamos que não temos suficiente.

Cobramos.  Dos outros. Da vida. De nós mesmos.

Consumimos-nos.  Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.

E se experimentássemos nos comparar com aqueles que possuem menos?

Isso faria uma grande diferença.

E o tempo passa...

Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.

Até que, inesperadamente, acordamos. E então nos perguntamos: E agora?

Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.

Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.

Não olhe para trás.     O que passou, passou.

O que perdemos, perdemos.

Olhe para frente!

Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.

Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.

Pense!...

Não o perca mais!...

 

Autor desconhecido

 

 



Categoria: Textos
Escrito por Angela Rocha às 14h28
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POESIA

Relógio do coração

 

Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.

Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.

Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que ficaram por anos em nossas agendas.

Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.

Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.

E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.

Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.

Há eventos que marcaram, e que duram para sempre

o nascimento do filho, a morte da avó, a viagem inesquecível, o êxtase do sonho realizado.

Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.

Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.

Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz estava eu na ocasião.

O relógio do coração hoje descubro, bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso.

Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.

Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.

É olhar as rugas e não perceber a maturidade.

É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças do que viveu.

Pense nisso. E consulte sempre o relógio do coração: ele lhe mostrará o verdadeiro tempo do mundo.

 

(Alexandre Pelegi)

 

Esse belo texto quem mandou foi a Dulce de Planaltina-DF. Beijão pra você amiga!



Categoria: Textos
Escrito por Angela Rocha às 08h13
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TEMPO

"Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz."

 

(Eclesiastes)



Escrito por Angela Rocha às 08h10
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Deus se faz humano para que nós sejamos Divinos.

(Santo Atanásio)



Escrito por Angela Rocha às 11h11
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ORAÇÃO

"Querido Jesus, eu gosto muito do padre-nosso.Você  escreveu tudo de uma só vez, ou você teve que ficar apagando?

Qualquer coisa que eu escrevo eu tenho que refazer um monte de vezes."
(Franco)

 



Escrito por Angela Rocha às 00h14
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BOM DIA!!! E já revoltada...

Bom Dia!!!

E que seja mesmo um bom dia. Novembro começa com muito calor e sol aqui no sul (não que seja minha preferência), prometendo um verão dos mais quentes. Sei que muitos já encerraram ou encerram o ano catequético, não aquele promovido pela Igreja, mas "seu" ano catequético, por esses dias. As crianças fazem a primeira eucaristia, fazem a crisma e pronto! O trabalho do ano está concluído. Catequistas podem desfrutar suas merecidas férias...

Férias? Catequese de férias. Isso sempre me incomodou. Tudo bem parar os encontros durante um tempinho. Mas quando falamos em férias para as crianças e jovens damos a impressão de dizer: "Olha, podem ficar sem vir a igreja até março, vocês estão de férias." E pode acreditar que muitos levam isso ao pé da letra. Aqui procuramos estender esse calendário ao máximo. Nossa Primeira Eucaristia vai ser dia 06 de dezembro. Nossa missa de encerramento do ano vai ser dia 13 de dezembro. Alguns até se incomodaram. Dia 06 de dezembro já é advento, o Padre vai se vestir de roxo para a Primeira Eucaristia. Pensa que é brincadeira? Não. É a mais pura verdade. A Catequese da nossa Igreja não vive o Advento,  Natal, nem a Quaresma, nem a Páscoa. Os tempos mais fortes do Calendário Litúrgico. É FÉRIAS!!! Precisamos mudar isso urgentemente... Precisamos incutir na cabeça dos fiéis, dos pais, crianças e, principalmente, dos Catequistas, que não se tira férias de Deus, de Cristo, da Igreja.

 



Escrito por Angela Rocha às 08h07
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O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar.

O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar.

O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar.


Carlos Drummond de Andrade



Escrito por Angela Rocha às 11h57
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RESSURREIÇÃO

 

 

Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.”

                                                          

I Corintios, 15,19-22

 

 



Categoria: Textos
Escrito por Angela Rocha às 11h26
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SLIDES

 



Escrito por Angela Rocha às 10h34
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HISTÓRIA

O Dia de Todos os Santos

“A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus; quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor; e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre. Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!”.

(Martyrum sancti Polycarpi 17, 3).

O dia de "Todos os Santos" é celebrado dia 01 de novembro e foi instituído com o objetivo de suprir quaisquer faltas dos fiéis em recordar os santos nas celebrações das festas ao longo do ano. Esta tradição de fazer memória aos santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos. Posteriormente tornou-se habitual erguerem-se igrejas e basílicas dedicadas em sua memória nesses mesmos locais.

O desenvolvimento da celebração conjunta de vários mártires, no mesmo dia e lugar, deveu-se ao fato do martírio de grupos inteiros de cristãos e também devido ao intercâmbio e partilha das festividades entre as dioceses e paróquias por onde tinham passado e se tornaram conhecidos. A partir da perseguição de Diocleciano o número de mártires era tão grande que se tornou impossível designar um dia do ano separado para cada um. O primeiro registro de um dia comum para a celebração de todos os santos, dá-se no século IV, em Antioquia, no domingo seguinte ao de Pentecostes, tradição que se mantém nas igrejas orientais. O sentido do martírio que os cristãos respeitam, alarga-se ao da entrega de toda a vida a Deus e assim a designação "todos os santos" visa celebrar conjuntamente todos os cristãos que se encontram na glória de Deus, tenham ou não sido proclamado santos.

Segundo o ensinamento da Igreja, a intenção catequética desta celebração que acontece em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para segui-lo e ser santo, à imagem de Deus, a imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar. Isto não só faz ver que existem santos vivos, não apenas os já martirizados e canonizados (e que cada pessoa o pode ser), mas, sobretudo faz entender que são inúmeros os potenciais santos que não são conhecidos, mas que da mesma forma igualmente vêem Deus face a face, têm plena felicidade e intercedem por nós.  Segundo o Cardeal John Henry Newman, considerado Venerável ainda não canonizado: “Não somos simplesmente pessoas imperfeitas em necessidade de melhoramentos, mas sim rebeldes pecadores que devem render-se, aceitando a vida com Deus, e realizar isso é a santidade aos olhos de Deus.”.

Segundo Catecismo da Igreja Católica, a Comunhão com os Santos: “Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do Povo de Deus.” (CIC, 957).



Escrito por Angela Rocha às 10h08
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DIA DE TODOS OS SANTOS

Todos somos chamados à santidade:


Sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito”.

(Mt 5, 48)

 

Para alcançar esta perfeição, empreguem os fiéis as forças recebidas segundo a medida em que Cristo as dá, a fim de que [...] obedecendo em tudo à vontade do Pai, se consagrem com toda a alma à glória do Senhor e ao serviço do próximo. Assim crescerá em frutos abundantes a santidade do povo de Deus, como patentemente se manifesta na história da Igreja, com a vida de tantos santos.”

(Lumen Gentium, 40)

 



Escrito por Angela Rocha às 09h56
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Angela Rocha
BRASIL, Sul, LONDRINA, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Livros, Música, Catequese
Outro - e-mail: angprr@uol.com.br
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