Catequista Amadora
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EU VOU TE LEVAR COMIGO

As curvas no caminho, meus olhos tão distantes,
Eu quero te mostrar os lugares que encontrei
Como o céu pode mudar de cor quando encontra o mar
Um sonho no horizonte, uma estrela na manhã
De repente a vida pode ser uma viagem
E o mundo todo vai caber nesta canção
Vou te pegar na sua casa, deixa tudo arrumado
Vou te levar comigo pra longe
Tanta coisa nos espera, me espera na janela
Vou te levar comigo
Eu quero te contar as histórias que ouvi
E nas diferenças vou te encontrar
O amor vai sempre ser amor em qualquer lugar
Vou te pegar na sua casa, deixa tudo arrumado
Vou te levar comigo pra longe
Tanta coisa nos espera, me espera na janela
Vou te levar comigo... pra longe...

 

Escute e espere na janela: Eu vou te levar comigo...

http://mais.uol.com.br/view/958223



Escrito por Angela Rocha às 20h35
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DEISE, CADÊ VOCÊ

O que não faz a saudade de uma amiga! Até música brega a gente passa a escutar!

DEISE, CADÊ VOCÊ??

 

 

 

Volta, volta, volta....



Escrito por Angela Rocha às 20h27
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Pura poesia

“Ser como um rio que flui
Silencioso no meio da noite
Não temer as trevas da noite
Se há estrelas no céu, refleti-las.
E se o céu se enche de nuvens
Como o rio, as nuvens são água;
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranqüilas.”

(Manoel Bandeira)



Categoria: Textos
Escrito por Angela Rocha às 19h00
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Mário Quintana? Só podia ser...

SIMULTANEIDADE

- Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo!Eu creio em Deus! Deus é um absurdo! Eu vou me matar! Eu quero viver!
- Você é louco?
- Não, sou poeta.

(Mário Quintana)



Escrito por Angela Rocha às 18h56
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Recomeço...

Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas apenas recomeça...

(Mário Quintana)



Escrito por Angela Rocha às 18h55
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Só isso...

Basta-me um pequeno gesto,
feito de longe e de leve,
para que venhas comigo
e eu para sempre te leve...

(Cecília Meireles)



Escrito por Angela Rocha às 18h43
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Verdades...

Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso...

Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.

(Clarice Lispector)



Escrito por Angela Rocha às 18h26
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LIÇÃO DE VIDA

Enquanto não superarmos a  ânsia do amor sem limites, não podemos crescer emocionalmente.
Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão,  continuaremos a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é necessário ser um.

(Fernando Pessoa)



Categoria: Textos
Escrito por Angela Rocha às 18h20
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FERNANDO PESSOA

Poema do amigo aprendiz

Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...



Escrito por Angela Rocha às 18h14
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JEITO DE CONTAR

A Renata é uma catequista que conheci no Blog Catequese do Jorge Kontovski. Ela é de Santa Catarina. Renata leu um texto meu no blog, postou um comentário e pediu para ser adicionada nos meus contatos. A partir daí começamos a conversar e fiquei intrigada com essa menina que me pedia desculpa falando Sorry, chamava seu marido de Honey e colocava mensagens em inglês no MSN. Conversamos mais e ela me contou que morou alguns anos nos Estados Unidos com o marido. Mais curiosa ainda fiquei, quando ela me contou que encontrou Deus na travessia do deserto no México, entrando ilegalmente nos EUA. Não pude deixar de fazer a ela a “proposta indecente” de me contar uma história para que eu, com meu Jeito de Contar, colocasse no blog. O resultado é que ela me mandou uma das mais belas histórias que já li. Ri e chorei ao ler. Mais feliz ainda, fiquei quando Renata me disse: “pra você fazer o que quiser com ela”. Além de me emocionar muito, também percebi, o quanto somos egoístas, em nosso “mundinho”, achando que essas pequenas provações, que vivemos indo do portão de nossa casa à paróquia (onde praticamente vivemos a vida inteira), são motivo de angústia e sofrimento.(Eu chorando aqui porque vou  ficar 350 Km longe do meu filho de 19 anos!).

 

De amor e de lágrimas

"Angela, quando você sugeriu que eu escrevesse uma história minha – a história sobre minha filha – eu imaginei não ter história nenhuma pra contar. Mas depois que parei pra pensar, percebi que minha vida, como a de todos eu acredito, é uma história! Na verdade, nossas vidas são repletas de páginas em branco esperando para que possamos escrever nelas. Mas enfim, a minha história preferida, a que me dá mais orgulho e firmamento realmente é a da minha filha. De como ela mudou tudo em minha vida, de como ela, me mudou. Aí vai então, minha história, pra você fazer o que quiser com ela e dar o seu toque especial:

Quando fiquei grávida, após um namoro de três meses eu não era muito crente em Deus não. Sabia que Ele existia, ia as missas ocasionalmente. Sou católica, batizada,  fiz a primeira comunhão, crisma e tal. Mas pelo fato de ter engravidado, com vinte anos, num namoro de pouco mais de três meses, já dá pra você ver, onde Deus andava na minha vida: Completamente esquecido, claro.

Pois bem, assim que descobri que estava grávida quase entrei em pânico. Meu pai era violento e tinha problemas com álcool, meu namorado havia me revelado que tinha planos de deixar o país em um mês! Então esperei. E na semana em que ele ia viajar, contei-lhe que esperava um filho. Mas eu não queria que ele se prendesse a mim ou deixasse de viajar por causa da criança. Disse que eu a criaria sozinha e que, se ele quisesse assumir tudo bem, senão, não teria problemas já que o erro fora mais meu do que dele. Para minha surpresa ele firmou um compromisso comigo naquele instante, dizendo que iria para os EUA, trabalharia os três anos que havia planejado e voltaria pra casar comigo.

Tudo bem, lá foi ele e aqui fiquei eu! Com meu pai decepcionado, a cidade inteira falando que ele tinha fugido para não assumir o filho e os pais dele me detestando por tê-lo colocado em tal situação. Minha gravidez, felizmente, sobreviveu a tudo isso e a tantas outras coisas. Ele me ajudando financeiramente e emocionalmente de lá e eu aqui, pensando no que ia ser da gente. Nossa filha nasceu em fevereiro de 2002: linda, perfeita, saudável. Um presentão de Deus pra mim.

O tempo foi passando e as coisas começaram a ficar mais difíceis. Os planos de trabalho e o tempo de estadia dele lá mudaram para cinco anos com a oportunidade de legalização. Nosso “relacionamento” foi esfriando com a distância e meu pai infernizando minha vida. Não tinha mais jeito, conversei com meu namorado e resolvi tentar ir pra lá com minha menina. Visto negado. Fiquei desesperada, sem saber o que fazer. A essa altura, meu pai já tinha me mandado embora de casa por tê-lo impedido de bater em minha mãe e eu estava morando com minha sogra que me detestava. Fiquei apavorada. Foi aí que abri meus olhos e meu coração a Deus. E deixei-O entrar em minha vida. Comecei a ler o Salmo 91 e pedir que Ele me ajudasse, que me desse uma saída e, principalmente, me perdoasse por ter esquecido Dele.

Após pensar muito, surgiu uma oportunidade de eu ir para os EUA ilegalmente, pelo México. Medo eu não senti, apenas angústia, pois, não poderia arriscar a vida da minha filha numa viagem incerta como aquela. Mas o amor falou mais alto. E não pense que foi amor ao meu namorado não, pois três meses de namoro é apenas paixão, nada mais profundo. Foi o amor que eu sentia pela minha filha que me fez querer ir. Eu queria dar a ela a oportunidade de crescer com o pai dela, uma pessoa honesta, batalhadora e especial. Então deixei minha filha de um ano e meio dormindo na cama, tirei dela o calor do meu corpo, dei-lhe um beijo e parti sem olhar pra trás. Com a ajuda de Deus eu fiz a travessia em três dias sem grandes problemas. Sem olhar, literalmente, para trás, pois eu sabia que se o fizesse, não conseguiria seguir adiante.

Graças a Ele eu cheguei ao meu destino. Junto do meu, hoje, marido, trabalhei e batalhei muito para que, juntos, conseguíssemos construir nossa casa e voltar para nossa filha. Muitos foram os sofrimentos, as brigas e as lágrimas, mas jamais pensei em desistir. Eu pensava em minha filha pequenina que eu havia deixado no Brasil e recobrava as forças. Pensava comigo mesma: “Não deixei minha filha, enfrentei os comentários maldosos das pessoas que não entendiam minha decisão e atravessei o México sem conhecer uma criatura, para voltar agora, sem o pai da minha filha, sem realizar meu objetivo!” E assim fiquei lá por quatro anos e meio.

A cada foto ou vídeo que chegava, mostrando a minha filha crescendo sem mim, eu caía de joelhos e chorava. Chorava e gritava tamanha era a dor que eu sentia (ainda choro, como agora, quando lembro daqueles dias). Eu sentava no chão e clamava a Jesus para me dar forças, me consolar... E Ele o fazia, trazia-me a calma de volta e me enchia de força.

Mas, junto ao sofrimento vem também a parte engraçada de tudo. Como quando eu saía pra comprar algo pra mandar pra minha filha. Certo dia, dei um beijinho em meu marido e fui a uma loja, toda boba, gastar o dinheiro que eu ganhara comprando roupa para minha filha. Chegando lá, verifiquei que não fazia a menor idéia de qual era o tamanho que ela vestia (até porque lá, a marcação é diferente)! Saí da loja chorando e, do mesmo jeito, cheguei em casa. Eu estava soluçando desesperada e meu marido assustado, não conseguia entender o motivo pra tamanho desespero... Coitado! Não foram poucas as vezes em que o deixei de cabelo em pé!

Certa vez a companhia telefônica cortou minha internet por engano. Eu quase tive um piripaque! A internet era minha ligação com o Brasil, com minha filha. Eu ficava doente se não tinha acesso. Cheguei a perder um dia de trabalho para resolver o problema. Rapidinho aprendi um monte de xingamentos em inglês! Rsrsrsrsrs... Até o gerente da companhia me ligou pedindo desculpas pelo problema. Meu marido, que estava lá a mais tempo do que eu, ficou assustado com a quantidade de palavrões que eu conhecia em inglês. E feliz também pelos bônus e descontos que consegui junto a companhia.

Enfim, depois de dizer tantas vezes que as passagens aéreas haviam acabado, que de carro levaria muito tempo e que o Bush me proibiu de ir de navio (porque a toda desculpa que eu dava a minha filha, ela vinha com alternativa!), com nossas metas atingidas, voltamos ao Brasil...

Aí eu senti medo! Um medo insano que me colocou em depressão. Medo de ser rejeitada por minha filha. Afinal, quando saí do Brasil ela ainda era um bebê, tinha um ano e meio, agora estava com cinco! Mas novamente me apoiei em Jesus e vim... E que maravilhosa surpresa eu tive ao ver minha filha. Gente! MINHA FILHA! Correndo em nossa direção e pulando nos braços do papai que ela jamais vira antes, a não ser por fotos, foi a coisa mais maravilhosa que me aconteceu! Pelas lágrimas inocentes que brotavam em seus olhinhos, pelo abraço e beijo melado que ela me deu... Que delícia! Que momento pra ser vivido na Terra! Claro que depois de muitos beijos e abraços, choros e risos, ela me perguntou se eu tinha trazido um presente: uma Barbie para a coleção. Rsrsrsrsrs...

Hoje, dois anos e dois meses depois da nossa volta, eu saboreio cada momento, cada frase sem cabimento, cada travessura dela. E não que eu não saiba mais o tamanho que ela veste, mas sempre a levo as lojas comigo quando saio pra lhe comprar algo. Apenas para ver os olhos dela percorrerem as bancadas de brinquedo, para ver as mais inusitadas combinações de roupas que ela compõe, para ter momentos preciosos com ela. Momentos como o que tive agora perto do Natal, quando fomos a uma loja e eu me afastei um pouco dela pra olhar algo. Quando espiei para ver o que ela fazia, flagrei a seguinte cena: Bárbara, sorridente apertava a barriga de uma boneca que dizia com voz chatinha : ‘Oi, meu nome é Laura, qual é o seu?’. Bárbara com cara séria responde: ‘Bárbara’. Novo aperto na barriga e a voz chatinha: ‘Me dá um beijo?’. E a Babi: ‘Não!’. A boneca: ‘Me dá um abraço?’ E Babi, super séria: ‘Não!! Te conheço?’. Eu tive que enfiar a cara nos ursos de pelúcia para não deixar que alguém ouvisse minhas gargalhadas. Minha filhota, com quase oito anos, toda inocente, mantendo aquela conversa com a boneca! Uma coisa dessas não tem preço!

Sabe que me empolguei e lembrei de outra história engraçada? Lá nos Estados Unidos eu trabalhava na limpeza de casas e escritórios. Tudo muito pesado e uma correria só. Almoçava segurando o aspirador com uma mão e o garfo com a outra, isso quando não comia com a mão mesmo, para ser mais rápido. Certo dia, nosso trabalho que seria de apenas uma casa na parte da manhã, se estendeu para mais duas e eu não havia levado almoço. Minha "patroa" (a brasileira que agenciava os serviços lá), disse que teríamos que tocar direto, sem direito a parar para comer em lugar algum. A exploração de brasileiros com os da mesma cidadania ,é muito comum e constante, o que não havia de ser diferente. Então, no meio da limpeza da terceira casa, lá pelas duas da tarde, começou a me dar uma fraqueza, uma tremedeira nas pernas... Era fome, pois, tinha tomado um café merreca as seis da manhã! Então pedi a patroa para cozinhar um ovo da casa onde estávamos para eu poder comer. Ela meio a contra gosto e com medo da dona da casa chegar deixou. Bom, cozido o ovo, lá estava eu pronta a devorá-lo, e eis que chega a "filha-da-mãe" da dona da casa. Que me olha seriamente, olha paro o ovo na minha mão e pergunta para que aquilo! Com medo de ela brigar comigo e nos mandar embora da casa sem pagar (na minha ignorância de novata!) disse a ela que, no Brasil, a gente usava a gema do ovo cozido pra tirar manchas do tapete! Como eles adoram as nossas "invenções", ela ficou feliz da vida, olhando enquanto eu esfregava o meu “almocinho” no tapete dela... Lá se foi o meu ovo, e comer ovo sem a gema não tem graça nenhuma, é como comer isopor!”


♪♫Renata♪♫

 

 



Escrito por Angela Rocha às 03h37
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REALIDADE

Estas primeiras semanas do ano tem sido um tempo de provação para mim. Passaram-se as festas de final de ano, as viagens, as visitas foram embora... E as doses maciças de realidade tem me transformado naquilo que meus filhos chamam de um “Zumbi desgovernado”. Levanto-me às seis da manhã apressada para dar tempo de fazer tudo aquilo que preciso fazer... Chega o meio-dia e não fiz absolutamente nada. Mas o que é que eu tinha que fazer mesmo? Abro armários e gavetas e fecho de novo sem entender o que fui fazer ali.  Tenho mil coisas para organizar antes da mudança e ainda não mexi em absolutamente nada. As pessoas me perguntam constantemente como estão os preparativos e não me vêm uma resposta coerente para dar... Eu vou me mudar?

Estou mesmo feito um “zumbi”. Parece que esta vida que estou vivendo não é a minha. A perspectiva da mudança ainda não “caiu” em mim. Outro dia o cardápio do almoço era frango caipira com polenta. Fiz tudo e ao servir a mesa percebi que faltava a polenta: tinha simplesmente esquecido de fazer. Sem contar que ao cortar o frango cortei um pedaço do dedo. Acordar no meio da madrugada e levantar e deitar umas tantas vezes está se tornando rotina. Definitivamente estou ficando doida!



Escrito por Angela Rocha às 21h00
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MOBILIZAÇÃO BÍBLICA

Um texto muito rico de D. Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina-Pr, que a Rosângela enviou pelo e-mail:

 

Mobilização Bíblica: dez passos

“Nosso povo deve ter acesso à Bíblia, formação bíblica, vivência bíblica para que suscitemos um catolicismo bíblico”.

O Sínodo sobre a Palavra de Deus realizado em Roma é uma ótima chance para deslancharmos uma mobilização bíblica. Por sermos discípulos missionários, precisamos mais de Bíblia que de projetos pastorais. Nosso povo deve ter acesso à Bíblia, formação bíblica, vivência bíblica para que suscitemos um “catolicismo bíblico”. Eis os passos dessa mobilização:

1. Ter a Bíblia. Para a maioria do povo, a Bíblia é cara. A paróquia e a diocese podem fazer campanhas para o povo ter acesso à Palavra de Deus. Há casas onde não há Bíblia, noutras ela é um enfeite, aliás, bastante caro. Ter a Bíblia nas mãos é uma boa propaganda da Palavra. Para o povo simples e pobre a Bíblia é muito cara. Vamos popularizar a Bíblia com preço acessível ao povo.

2. Saber abrir a Bíblia. O mundo da Bíblia é complexo. Como aprendemos a abrir a TV, o celular, e o computador; cada paróquia, pastoral e movimento deve ensinar as pessoas a abrir o Livro Sagrado. Não ignoremos as Escrituras. Basta de analfabetos bíblicos.

3. Saber interpretar. A Bíblia não é um livro fácil. É perigoso cada um fazer sua interpretação pessoal. Não podemos nos fixar ao pé da letra. Isso se chama fundamentalismo. Daí a necessidade de escolas bíblicas. Ouvir e compreender, ler e compreender, eis o que produz fruto.

4. Rezar com a Bíblia. É a Leitura Orante da Bíblia. Ler, meditar, rezar, contemplar. Esta é a porta de entrada para um entusiasmo bíblico e a conseqüente transformação da vida e da realidade. A meditação da Palavra deve ser diária e não menos de meia hora.

5. Estudar as Escrituras. São as escolas bíblicas, cursos, leituras para que a Palavra seja entendida e nunca falsificada. É perigoso ler a Bíblia sem saber interpretar, ler fora do contexto e desligados da Igreja.

6. Formar grupos bíblicos. Conhecemos os grupos bíblicos de reflexão, os círculos bíblicos e outros grupos que se alimentam da Palavra. Nestes grupos acontece o ensino bíblico e a vivência da mensagem. Vamos proliferar grupos bíblicos para que o povo sacie a fome da Palavra.

7. Bons microfones, bons leitores, e bons anunciadores. A Palavra deve ser bem ouvida para produzir o efeito esperado. Precisamos ter todo cuidado com o som, a proclamação e o anúncio da Palavra. Ela não pode cair por terra. A Palavra deve atrair, comover, converter. Haja o ministério que prepara os leitores porque onde se lê a Palavra, ali Deus está falando.

8. Dar primado à Palavra. A Bíblia deve vir antes do catecismo e de outros livros. Nossa catequese deve ser dada com a Bíblia. A Palavra é alma da missão, da liturgia, da teologia. Nada deve antepor à Palavra de Deus que é Jesus. O primado da Palavra irá realizar a primavera da Igreja porque dará gosto à celebração dos sacramentos e vigor à ação evangelizadora.

9. Ter ministros da celebração da Palavra bem preparados. A celebração da Palavra deve enfocar a Palavra, a homilia, a partilha bíblica. Não transformá-la numa “quase missa”. Os ministros da Palavra, os sacerdotes, religiosos e religiosas, leigos e leigas devem estar nas rádios, jornais, esquinas de rua, casas e templos, divulgando as Sagradas Escrituras. Chegou a hora do “mutirão bíblico”, de uma mobilização bíblica.

10. Transformar o catolicismo devocional e sacramentalizador em “catolicismo bíblico”. A V Conferência propõe uma “pastoral bíblica” Precisamos ir além desta proposta e vislumbrar um horizonte ainda maior que o catolicismo bíblico, porque a Palavra é criadora, eficaz, regeneradora. É hora de formar nos católicos um “coração bíblico”, um apego e familiaridade com a Bíblia para que a Igreja renove suas forças missionárias. A Palavra de Deus, mais precisamente a Bíblia, deve estar na mão de cada criança, de cada jovem, de cada casal, cada cristão. Não podemos ser analfabetos bíblicos, nem tornar rotineira a Palavra viva, fecunda e eficaz. Só podemos ser discípulos com a Bíblia na mão, no coração e pés na missão. A Igreja será atraente e convincente a partir de uma renovação bíblica, eis que chegou a hora da mobilização bíblica nacional.

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina

 



Escrito por Angela Rocha às 13h31
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UM DIA DE PRAIA...

Será que alguém consegue se sentir "só" na China?

Ou então alguém ouviu falar em "praia deserta"?



Escrito por Angela Rocha às 12h53
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Reflexões pensantes

Repensamento

**Angela Rocha**

 

Tem uma expressão ou palavra mesmo, que usamos sempre no começo de um novo ano: “repensar”. Sempre que começamos de novo essa nossa lida insana com o calendário, acreditamos que temos que rever, reconsiderar, refletir e outros tantos “res”.  RE é um prefixo latino que significa repetição ou “fazer de novo”. Nós o usamos tanto que nem temos consciência exata de que o estamos fazendo. Talvez seja essa nossa característica humana de errar sempre e, tentar acertar na próxima. Coisa tentada pelo homem desde o princípio da humanidade e que, ainda está longe de ser alcançado, pelo menos para alguns, que é a “perfeição”!

 

Mas, sem usar conhecimentos aprofundados de lingüística, provemos que essa palavra repensar, se analisada a fundo, não tem significado algum. Primeiro que se pensarmos com o “re”, estaremos repetindo o pensamento. Se repetirmos o pensamento exatamente como ele veio da outra vez, provavelmente estaremos com sérios problemas de maluquice, depois, jamais pensamos exatamente o mesmo pensamento duas vezes. Voltemos aqui então, a aquilo que acreditamos ser o nosso “repensar”: mudar nossa maneira de enxergar as coisas, dar um novo foco ou objetivo da nossa caminhada. Seria isso?

 

Se sim, trata-se então de correção de rumo, mas jamais de uma mudança profunda na nossa maneira de “ler” e entender a vida. Sim porque, “lemos” o mundo, entendemos as coisas e partimos para a ação. O jeito ou as diversas maneiras de “fazer” é que são características de cada um e que podem ser mudadas a cada instante. Dificilmente alguém consegue dar uma guinada de 180º em todos os seus conceitos (pensamentos, “leituras” do mundo). Aquilo que “pensamos” da vida, está tão profundamente arraigado em nós, que se o fizermos, seremos então, outras pessoas.

 

O que pode ser feito então, nesse novo conceito (e nesse auspicioso ano que vêm pela frente), é “refazer”, “repetir”, “organizar” de outra maneira as nossas ações equivocadas, para que cheguemos lá, na tão almejada “perfeição”. Pois repensar é um “des-construir-se” (sobre o prefixo “des”, falamos noutra hora...), e isso é impossível. Construímos nosso ser e tudo que somos com “pensamentos”, concepções, que vamos adquirindo ao longo da nossa existência e que vão construindo nosso caráter e se moldando a nossa personalidade. Então não repense, só refaça (sem pensar muito)!

                                                                                          

Angela Rocha

Catequista amadora e “pensante”

 



Escrito por Angela Rocha às 11h30
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Inclina-te bem

Entre as tantas coisas que leio, as vezes, encontro algumas preciosidades. Como este poema, de autor desconhecido, citado num livro. Chama-se Inclina-te bem e faz alusão as incontáveis vezes em que temos que colocar nossas tribulações nas mãos de Deus. São momnetos em que temos que nos fazer crianças novamente e simplesmente buscar no colo do Pai conforto e proteção:

Inclina-te bem

 

Filha do meu amor, inclina-te bem,

E deixa-me sentir a urgência com que precisas ser cuidada;

Conheço o fardo, filha, pois fui eu quem o criou:

Coloca-o na minha mão,

Não te importes com o peso dele comparado á tua pouca força;

Pois assim como eu o pus, eu disse que,

Estarei por perto e, enquanto ele se inclinar para mim,

Esse fardo será meu, não teu.



Escrito por Angela Rocha às 09h54
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MÚSICA: A carta

Já que o assunto da vez são as cartas... Aí vai uma musiquinha deliciosa do Legião Urbana:

 

Escrevo-te estas mal traçadas linhas meu amor

Porque veio a saudade visitar meu coração
Espero que desculpes os meus erros por favor
Nas frases desta carta que é uma prova de afeição.
Talvez tu não a leias mas quem sabe até darás
Resposta imediata me chamando de "Meu Bem"
Porém o que me importa é confessar-te uma vez mais
Não sei amar na vida mais ninguém.
Tanto tempo faz, que li no teu olhar
A vida cor-de-rosa que eu sonhava
E guardo a impressão de que já vi passar
Um ano sem te ver, um ano sem te amar.
Ao me apaixonar por ti não reparei
Que tu tivesses só entusiasmo
E para terminar, amor assinarei
Do sempre, sempre teu...
Tanto tempo faz, que li no teu olhar
A vida cor-de-rosa que eu sonhava
E guardo a impressão de que já vi passar
Um ano sem te ver, um ano sem te amar.
Ao me apaixonar por ti não reparei
Que tu tivesses só entusiasmo
E para terminar, amor assinarei
Do sempre, sempre teu...
Escrevo-te estas mal traçadas linhas
Porque veio a saudade visitar meu coração.
Escrevo-te estas mal traçadas linhas
Porque veio a saudade visitar meu coração.
Escrevo-te estas mal traçadas linhas
Espero que desculpes os meus erros por favor
Meu amor, meu amor...



Escrito por Angela Rocha às 14h56
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CASAMENTO DA DAYSE

EM PRIMEIRÍSSIMA MÃO: CASAMENTO DA DAYSE E DO ROMUALDO

 CATEQUISTAS ANJOS DE BRASÍLIA - DF

 

 

ACONTECEU EM 19 DE DEZEMBRO DE 2009.

PARABÉNS QUERIDOS! QUE DEUS CONDUZA SEUS PASSOS NOS CAMINHOS DA FELICIDADE!



Escrito por Angela Rocha às 14h20
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JEITO DE CONTAR - Deise

Conheci a Deise em novembro de 2008, aqui pela internet. Imediatamente nos tornamos amigas. Não sei como nem porque, mas, a afinidade que descobrimos que temos nos faz quase irmãs. De lá para cá, raro o dia em que não conversamos via MSN, pelo menos alguns minutos. Deise é uma pessoa de rara paciência e sabedoria. Tem sempre uma palavra amiga e alguma coisa boa para dizer pra gente. Mas confesso a vocês que tenho alguma dificuldade em “escutá-la”. Não porque sou aquela teimosa encrenqueira que não gosta de escutar ninguém. Escutar de ouvir mesmo. Fisicamente, com ouvido de “martelo e bigorna”. Nas vezes em que nos encontramos ou falamos por telefone sempre peço para ela repetir o que disse... Pensei seriamente em procurar um otorrino... Bom, de tanto pedir a ela que me conte uma história para colocar no blog, ela me mandou uma... E não é que toda a minha dificuldade em ouvir se explicou? Obrigado, Deise! Não estou ficando surda!

Superação: Essa palavra me define!

Você está sempre me dizendo que eu deveria mandar uma história minha pra você. Bem, outro dia lendo o seu blog (faço isso todo dia, sou sua fã!), não lembro a história de quem, me fez pensar: a fã número UM, não tem uma história publicada! (kkkkkkkk). Bem vamos começar do começo...  Como vai fazer disso algo engraçado não faço idéia. A Ninja aqui, é você. Vire-se!

Sempre fui muito tímida. Na minha casa  sempre foi proibido fazer “micagens”. Minha mãe sempre dizia que isso era coisa de criança boba. Resultado: cresci introvertida, tímida, falando sempre baixo, fazendo o possível para não chamar a atenção das pessoas. Muitas vezes ficava vermelha só de imaginar que alguém estivesse me olhando. Na escola me recusava a apresentar trabalhos ou fazer o que quer que fosse para ficar, mesmo que minimamente, em evidência. Quando estava lá na frente e alguém dizia lá no fundo: "fala mais alto, não tô ouvindo!" Pronto! Travava a garganta de vez e nada saía. Até no SENAC, no curso profissionalizante, fui uma das que tirou a nota mais baixa na apresentação... E eu já era adulta!

Resolvi mudar essa situação. Comecei a estudar libras. Quase morri na primeira vez que interpretei. Tudo ia muito bem, me deram a parte mais curta da missa: os Ritos Finais. Mas de repente, o padre fugiu do script e começou a agradecer fulano, beltrano, sicrano... Como colocar isso em Libras? Amadeus Stradinovicz, Maria Onésia Silveira Ramos de Quadros, Odorico Mendes Rebento... O pavor tão conhecido dos tempos de escola voltou em dose cavalar. Comecei a suar frio, fiquei mais vermelha que a blusa que estava vestindo. Deu um branco geral, olhei para minha coordenadora pedindo socorro. E ela? Nada... Nem aí pro meu sufoco. Confesso que entrei em desespero. Só lembrava do sinal de desculpa, olhava para os surdos e pedia desculpas. Aqueles minutos pareciam infinitos, uma eternidade... E durante muito tempo, ainda tive essa trava, mas passou. Porque insisti, insisti e insisti. E pedi muitas desculpas em libras também...

Agora me propus outro desafio para vencer de vez a timidez e ficar exposta em público: cantar! Dá pra imaginar? Eu cantando? Tão baixinho? Pois é. Agora canto na missa. Meus professores acreditam em mim, e eu tô lá. Fácil? Nem um pouco. Mas tô lá. Quem sabe você ainda me vê cantando na TV?  (Kkkkkkkkkkkkkkk).

SUPERAÇÃO! Esta é a palavra que me define hoje. Beijos, amada. E pode corrigir os erros, tá? Eu deixo...

Deise



Escrito por Angela Rocha às 22h07
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MÚSICA - Paulo Miklos

Sinos entre os anjos...

Estou aqui
Sem chamar muito a atenção
Sempre à tua volta
É assim
Que eu tenho tudo sempre à mão
E nada vai te faltar
Eu disse que te amo
E tudo que sonhamos
Se realizaria
Vamos fazer nossos planos
Eu posso cuidar de tudo
Que você precisa
Saúde e alegria
Muito dinheiro no bolso
Carinho e conforto
Pra que você saiba o quanto é querida
Tudo ao seu gosto
Pra toda vida
Estou aqui
No silêncio do teu sono
Tranquilo
Seja assim
Do delírio dos teus sonhos
O meu destino
Enquanto digo que te amo
Tocam os sinos entre os anjos
Nossa melodia
Vamos fazer nossos planos
Eu posso cuidar de tudo
Que você precisa
Saúde e alegria
Muito dinheiro no bolso
Carinho e conforto
Pra que você saiba o quanto é querida
Tudo ao seu gosto
Pra toda vida...

http://mais.uol.com.br/view/856324

 



Escrito por Angela Rocha às 10h38
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Poesia

 

Desgarrar...


Chega um momento na vida da gente em que é preciso desgarrar...

Soltar as amarras que prendem... Deixar ir...

E dói deixar! Como dói... É rasgo de alma como se fosse de carne...

Para deixar partir é preciso coragem de ficar...

E ficar. Ficar sem ter o cheiro, a cor dos olhos e o calor das mãos...

Ficar... Acordar e saber que a presença sentida agora é saudade...

E saber que sempre vai faltar algo em algum lugar...

E sentir a sede de amar sem poder beber do sorriso.

E sentir o frio que a ausência deixa...

E chorar sentido o pranto que seca a alma...

E aceitar, aceitar... Só aceitar o que já não mais está.


Angela Rocha

 



Escrito por Angela Rocha às 09h09
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QUANDO A GENTE AMA...

Quem vai dizer ao coração que a paixão não é loucura, mesmo que pareça insano acreditar
me apaixonei por um olhar, por um gesto de ternura, mesmo sem palavra alguma pra falar...
Meu amor, a vida passa num instante e um instante é muito pouco pra sonhar...
Quando a gente ama, simplesmente ama, é impossível explicar...



Escrito por Angela Rocha às 02h27
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SAUDADE ANTECIPADA


É possível sentir saudade antes mesmo de partir?

Mudança geralmente provoca nostalgia. Isso porque começamos a mexer em velhas caixas, em papéis, fotos e lembranças de outras eras. E nessas lembranças de “outras eras”, achei os diários da minha adolescência. Eles relatam praticamente os quatro anos que vivi aqui, em Guarapuava, durante minha adolescência. Foi quando me apaixonei por essa cidade. Lembro até que escrevi um poema para ela. Falava dos ipês que derramavam flores nas calçadas... Isso existia sim, lá na frente do Visconde, na Rua Quinze.

Pena é que perdi meu caderno de poesia. Em 1981 ainda não havia computador disponível para uma menina tonta e romântica, motivo pelo qual não tenho as minhas preciosas poesias registradas para a posteridade... Coisas da vida. Tenho que apelar para a memória. Lembro que meu caderno de poesia trazia como introdução o poema “Desencanto” de Manoel Bandeira, escrito em 1912: Eu faço versos como quem chora... De desalento... de desencanto... Fecha o meu livro, se por agora  não tens motivo nenhum de pranto. Meu verso é sangue. Volúpia ardente... Tristeza esparsa... remorso vão... Dói-me nas veias. Amargo e quente, cai, gota a gota, do coração. E nestes versos de angústia rouca, assim dos lábios a vida corre, deixando um acre sabor na boca. Eu faço versos como quem morre.

Pois é, ainda bem que Manoel Bandeira é possível encontrar de novo. Só não posso reescrever os ipês amarelos em derrame nas calçadas. Lembro também que colei rosas vermelhas na apresentação. Era primavera em Guarapuava e meu coração de quinze anos andava errante pelas ruas, procurando algo, sem saber bem o que...

E agora escutando Osvaldo Montenegro cantando “Quando a gente ama” penso no quanto isso reflete meu estado de espírito hoje: Quando a gente ama simplesmente ama, é impossível explicar, quando a gente ama, simplesmente ama...

É. A vida passa num instante, e um instante é muito pouco. Desde que soube que ia partir, uma enorme saudade corrói meu coração. Tenho já saudade das avenidas largas, das ruas de paralelepípedos, dos grandes quintais, das águas do lago, da paz e da quietude da minha rua. E penso nas lindas praças, nas flores abundantes. Penso naquela lanchonete de uma porta só, onde a gente come pão, lingüiça, ovo frito e virado de feijão no café da manhã, com todo mundo apinhado no balcão, contando as novidades. E penso nos Churros que só a Eunice sabe fazer, lá na esquina do colégio. E no crepe “triplo” na barraquinha da Rua Quinze. Isso para não falar da porta da Catedral, sempre aberta pra quem quiser entrar e dar uma “palavrinha” lá com o Senhor. E o Coral dos Anjos no Lago. E a Cantata de Natal nas janelas... Ah! Que saudade!Ainda não fui, mas, é como se tivesse partido há mil anos...

Quem vai dizer ao coração que a paixão não é loucura, mesmo que pareça insano acreditar, me apaixonei por um olhar, por um gesto de ternura, mesmo sem palavra alguma pra falar... Meu amor, a vida passa num instante e um instante é muito pouco pra sonhar...

Agora, se eu começar a falar das pessoas, então é que a coisa desanda... Os ipês não se derramam mais nas calçadas, mas minhas lágrimas sim. Deixo aqui, sem qualquer contestação, um pedaço enorme do meu coração...

Angela Rocha



Escrito por Angela Rocha às 02h00
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Angela Rocha
BRASIL, Sul, LONDRINA, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Livros, Música, Catequese
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