Catequista Amadora
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Textos



 
 

VIAJANDO...

Esta carta é para você ler enquanto estiver viajando... Ou viajar enquanto estiver lendo, dependendo do momento e do sentimento...

Ao retirar aquela mala, já gasta do armário, pode ser que te venha um sentimento de nostalgia, pode ser que nela, tenha etiquetas grudadas de lugares e viagens maravilhosas que você já tenha feito com ela. Ou pode ser que você olhe pra ela e chegue a conclusão que é vergonhoso viajar com algo tão velho... E vá correndo ao shopping comprar uma nova. Ou pode ser ainda, que você tenha uma mala estalando de nova, pedindo uma viagem assim, internacional, para ser usada! Seja qual for o caso, vá colocando encima da cama, abrindo e depositando aquilo que é imprescindível numa viagem:

Antes de tudo, pense nos pés. São eles que vão te levar. Eles precisam estar confortáveis e aquecidos se estiver frio. Arejados se estiver calor. Precisam ser pesados se o caminho for difícil, leves se for de areia, impermeáveis se for de chuva. E, além de meias, sapatos, chinelos e sandálias...  Coloque aí no meio um pouco de direção, suavidade, mensagem. E deseje, de coração, com olhos bem fechadinhos: “Que eles me levem onde eu tiver que ir e me tragam melhor do que fui.”.

Agora pense no teu corpo. Calças, camisas, cuecas, pijama (É! Mesmo que você não use, sabe-se lá onde vai ter que dormir.), jaquetas, camisetas... Enfim, tudo aquilo que te cobre e recobre. E ao separar todas essas peças, sinta em teu corpo todos os toques e abraços de todas as pessoas que te desejam uma boa viagem. Quando estiver com frio, agasalhe-se como se estiver sendo acolhido num caloroso abraço de amigo. Se estiver um sol danado, sinta na pele o calor como se fosse um toque Dele, a te lembrar que apesar de tudo, Ele, vai estar sempre lá, nascendo todos os dias. Pode ser encoberto por nuvens as vezes, dá uma voltinha durante a noite, mas volta....

Não esqueça de levar a tua bíblia, o teu celular, teu notebook, tua máquina fotográfica... Tua boa vontade, tua paciência, tua perseverança, teu amor, tua compreensão, tua aceitação... Encontrará coisas lá, que podem te abalar até as estruturas. Então leve também um pouco de material para reconstrução: Fé. Muita fé em Deus. Leve esperança também, consolo e alegria. Alegria? Num lugar marcado pela tristeza? Sim, alegria. As pessoas sempre estão precisando disso...



Escrito por Angela Rocha às 23h36
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Recados

Você passa por aqui e não deixa comentário... Então ao menos deixe um recadinho ali no mural, abaixo a direita...



Escrito por Angela Rocha às 20h28
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CATEQUISTAS NA INTERNET

Vamos limpar a internet?

 

Eu confesso que sou uma internauta das mais fanáticas. A primeira coisa que faço todos os dias é ligar o computador, abrir o MSN, ler meus e-mails, atualizar meu blog e navegar pelos sites de notícias e atualidades. Confesso que não sou muito fã de Orkut e twitter. Mas vá lá. São necessários para se manter uma rede de contatos. Eu possuo um só endereço de e-mail já fazem mais de dez anos. Até tenho outros, que tive que fazer para entrar nesta ou naquela rede, mas não uso. Participo de Grupos na internet e mantenho uma lista de contatos bem extensa.

 

Mas mesmo sendo essa “fanática”, uma coisa que sempre me determinei a fazer, desde que me propus a entrar nesse mundo virtual, é não “encher o saco dos outros”. Com isso eu quero dizer: não ficar repassando mensagens aos outros sem saber se elas têm utilidade ou não, se elas são informações confiáveis ou não; não repassar correntes e orações e não mandar essas mensagens em PowerPoint que só entulham nossas caixas postais.

 

Quem dera dez por cento das pessoas que navegam na internet pensassem assim! Com certeza nossa correspondência seria bem menor e não perderíamos tanto tempo tentando descobrir se alguma coisa presta lá. Mas agora eu queria falar sobre uma coisa que me aborrece demais nestes e-mails: são os HOAX!

 

Essa palavra é um termo em inglês que significa na verdade um “trote” mesmo. Como aqueles de telefone. Segundo a Wikipédia, a enciclopédia livre da internet (que também nem sempre é confiável), a tradução literal da palavra é embuste ou farsa. Mas esse termo é usado para definir as histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamento e na internet de modo geral. O conteúdo desses “hoax”, além das conhecidas correntes, consiste em apelos dramáticos falando de seqüestros ou doenças, histórias melosas de cunho sentimental ou religioso, campanhas filantrópicas ou, ainda, dos famosos vírus letais que ameaçam destruir, contaminar ou formatar seu computador.

 

Bom, o fato é que muita gente acredita nessas coisas, nesses hoaxes que circulam pela internet. Existem alguns hoaxes que falam de pessoas pobres que precisam de cirurgias e que determinada empresa irá pagar tantos centavos para cada e-mail repassado. Este tipo de mensagens leva os menos informados a distribuir o e-mail pelo maior número de contatos e, a finalidade disso, é entupir os servidores de e-mail.

 

Sem contar que esse tipo de mensagem, pode ser utilizado por pessoas mal intencionadas que se utilizam dos endereços de e-mails assim obtidos, para construir uma base de dados, e posterior venda ou envio de SPAM. Um Hoax comum é o do fim do MSN,  do orkut, Messenger pago, reativar o Windows, fim da Internet, etc... Esses Hoax são criados basicamente para "chamar atenção", e seu alvo são os usuários básicos. Portanto, o melhor a fazer, é apagar este tipo de e-mails e começar a quebrar a corrente do seu autor.

 

Então, gostaria de fazer uma proposta. Algo que tem a ver com o apelo que o Papa e  nossos bispos tem feito sobre a comunicação na Igreja. VAMOS USAR ESSE MEIO DE COMUNICAÇÃO PARA EVANGELIZAR! Ou melhro ainda, vamos considerar a internet UM MUNDO QUE PRECISA SER EVANGELIZADO. Vamos parar de enviar e-mails de procedência duvidosa, correntes de oração que prometem salvar nossa alma em troca de mais vinte e-mails, vamos parar de enviar críticas a aquele ou este político, vamos parar de emitir opiniões QUE NÃO SÃO AS NOSSAS e nem tem qualquer fundamento, chega de mensagens em powerpoint sem qualquer quê nem pra quê, piadinhas obcenas, enfim, vamos fazer deste, um mundo um pouco mais limpo? Vamos ser CATEQUISTAS NA internet? Vamos?

 

Angela Rocha

Catequista Amadora



Escrito por Angela Rocha às 23h24
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É PRECISO LEMBRAR SEMPRE...

Eu preciso de ti, Anjo!

* Alberto Meneguzzi

 

Sei exatamente o que você passa quando não lhe acolhem, não lhe instruem e muito menos quando nem lhe dão bola.

Sei como você fica quando convida todo mundo para uma reunião, ou um encontro de formação, retiro, celebração e poucos aparecem.

Já te vi triste e já te vi até chorando por causa disso.  

De fato, você aceitou uma missão desafiadora.  

Ser catequista não é uma tarefa fácil, ainda mais, num mundo onde as pessoas não querem compromissos e se afastam das responsabilidades.

Sei que você teria muitas outras coisas para fazer, atividades com a família, trabalho, vida social, filhos, marido, ou, outras situações.

Mas, mesmo assim, você aceitou o desafio de encaminhar outras pessoas para um projeto diferente.

Sua tarefa também é motivar, mas já te vi muitas vezes desmotivada.

Compreendo isso. Nem sempre os outros entendem tuas limitações.

Fazem julgamentos a seu respeito, apressados até, por causa desse seu jeito irrequieto. Mas, se eu pudesse estar mais perto, sentaria na sua frente, te olharia nos olhos, e te daria um abraço.

Sabe aqueles abraços que os amigos se dão nuns nos outros nos momentos de deserto ou de extrema euforia? Este mesmo! Você anda precisando de um abraço.

Queria ficar um bom tempo te abraçando, afagando, confortando o seu cansaço, enxugando as suas lágrimas e dividindo os seus êxitos.

Queria ser seu confidente, mas nem sempre você lembra que eu existo.

Sinto que você tem muitas coisas para me dizer, mas tem guardado tantas coisas só para si.

Quem sabe você se abre mais com alguém que você confia.

É bom se abrir, contar as coisas, dizer o que você sente e se fazer ouvir.

Todos nós temos nossos momentos de fraqueza. Eu mesmo tive os meus, e muitos.  

Quando vejo você em ação, na catequese, dou risadas interiores.

No fundo, você se parece muito comigo.

Quer as coisas certas, luta para que os outros se empenhem, busca tocar corações e motivar pessoas, tenta organizar tudo certinho, mas nem sempre as coisas funcionam como você gostaria que funcionassem.  

Meu anjo! O problema é que o nosso tempo não é o mesmo tempo que o Pai que está no céu imagina para cada um de nós.

Por isso, nos apressamos, queremos as coisas para ontem e com isso, atropelamos.

Quero dizer que estamos juntos nesta missão.

Você é fundamental para o trabalho da catequese e ela é essencial para a Igreja.

Não te importes com os incomodados, com aqueles que te julgam sem ao mesmo oferecer um ombro amigo, ou uma ajuda concreta.

Não te abales com os que falam de ti pelos corredores, sem a coragem necessária para te olhar nos olhos.

Não chores com os que te apunhalam pelas costas quando deveriam caminhar ao teu lado e não esmoreça diante das piores provações que esta missão te impõe.

Não te humilhes para pais de crianças e jovens desinteressados pelo que você tem  para oferecer como catequista.

Agradeça, simplesmente agradeça, em qualquer situação. Reze por eles.

Ajoelhe e ore nos momentos de tribulação e faça a mesma coisa quando tudo estiver dando certo.

Peça ajuda, tenha humildade para recomeçar e remontar projetos, mudar rumos, reconhecer erros, pedir desculpas.

Sem isso, meu anjo, as coisas não funcionam.

Embora não esteja ao teu lado fisicamente, torço por ti, pois és importante para mim e me emociono  em ver o teu esforço.

É lindo saber que existem pessoas como você.

É lindo observar a tua emoção, mesmo nas coisas mais simples. Isso me conforta e me anima.

E por isso, tão somente por isso, que te mando esta mensagem, para que através de ti, e do teu esforço e da tua paixão pela sua missão, outros tantos sejam tocados e sigam firmes no caminho.

Tenha calma, aquieta o teu espírito. Em breve estaremos juntos.

Darei-te meu abraço e meu afago, de forma carinhosa, como quem é grato.

Você é um anjo para muitas pessoas, inclusive para mim.

Eu, daqui de onde estou, zelo por ti.

Obrigado por acreditar na catequese. Obrigado por ser catequista.

 

Assinado: Jesus Cristo



Escrito por Angela Rocha às 10h11
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Pura poesia

“Ser como um rio que flui
Silencioso no meio da noite
Não temer as trevas da noite
Se há estrelas no céu, refleti-las.
E se o céu se enche de nuvens
Como o rio, as nuvens são água;
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranqüilas.”

(Manoel Bandeira)



Escrito por Angela Rocha às 19h00
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LIÇÃO DE VIDA

Enquanto não superarmos a  ânsia do amor sem limites, não podemos crescer emocionalmente.
Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão,  continuaremos a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes, é necessário ser um.

(Fernando Pessoa)



Escrito por Angela Rocha às 18h20
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Imagem e semelhança

 

Se alguém duvidar de ti dizendo que não amas
E pelos erros teus, julgar o teu viver
Não desanimes, não
Deus vê teu coração

A menor intenção de ser melhor já é amor
Desde um sorriso a um olhar, sim, é amor
Se à imagem e semelhança do Amor foste criado
Então dos teus atos o mais sincero e natural é o teu amar

Eu pergunto se existe alguém aqui que nunca falhou na vida
Ou arrependido quis voltar atrás?
Não importa se tu és pecador que às vezes sem forças quer lutar
O caminho de Deus é teu lugar
Jesus disse: 'Ninguém te condenou?
Nem mesmo eu condeno a ti.
Vai e não tornes a pecar.'

Todo ouro do mundo não pode comprar o que tu tens pra dar
Precioso és ao teu Senhor.
Toma posse comigo e diz:
'Deus me ama! Sou capaz de amar!
Pois Deus me ama! Eu nasci pra amar!'

(Pe. Fábio de Melo)


Escute essa e outras músicas do novo CD "Iluminar", do Pe. Fábio de Melo, lá na Pasta Mais do UOL:

http://mais.uol.com.br/angprr

 



Escrito por Angela Rocha às 00h32
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FÁBULA DA FORMIGA E DA CIGARRA

 

 

A formiga boladona

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando  comida para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o  bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha  gelada. Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer. Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu pra valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando. A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida. Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu. Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.

E a cigarra disse para a formiguinha:

- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.

- Será que você poderia cuidar da minha toca?

- E a formiguinha respondeu:

- Claro, sem problemas!

- Mas o que lhe aconteceu?

- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?

E a cigarra respondeu:

- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris... À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?

Desejo sim, respondeu a formiguinha.

- Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a .......!!!' 

 Moral da História:

Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer,  pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão. Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!

Um bom final de semana a todos...

(RECEBI ESTA HISTÓRIA POR E-MAIL, DO AMIGO CELSO, ACHEI MUITO INTERESSANTE!!)

 

 



Escrito por Angela Rocha às 20h24
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TEXTO

 

 

Nina

 

Num desses meus incontáveis dias de Igreja, em que estava organizando uma formação, aconteceu-me algo que, só posso dizer, é realmente coisa do Criador. Isso foi num sábado. Estava eu para lá e para cá, entre um salão e outro da igreja, pois tínhamos palestra em um e no outro estava sendo organizado o almoço para os participantes, quando o vigia da igreja me mostrou, na calçada, um gatinho minúsculo. Devia ter no máximo uma ou duas semanas de vida. Ele me contou que achou-o numa caixa de sapato perto da lixeira.

Bem, o fato é que o gatinho começou a caminhar por ali, muito faceiro. Há uma rua entre um salão e outro da igreja. Mesmo tendo algumas crianças por ali, brincando enquanto aguardavam os pais, o gatinho estava por sua própria conta. Pedi ao vigia que olhasse o gatinho para não ser atropelado, mas ele tem seus próprios afazeres. Entre uma das minhas idas e vindas, tive que juntar o gatinho lá do meio da rua. O que fazer?

Minha filha, companheira inseparável, estava com as meninas da secretaria. Relutei um pouco em chamá-la. Sabia que se fizesse isso ia acabar ficando com o gato. Não tive alternativa. Chamei-a e mostrei o gatinho. Não deu outra: Paixão a primeira vista. Ela adotou o bichinho naquela hora. E adivinhem: Mãe, posso ficar com ele? Joguei o problema para o pai. Ela ligou para o pai, chamou-o ali e o convenceu a levar o gato para casa. Meninas tem esse poder sobre os pais.

E o gatinho era uma gatinha. E foi batizada com o nome de Nina. Providenciamos caixinha de areia, comida de gato, potinhos e tudo mais. Mas o problema maior é que temos em casa também, um cão Labrador enorme. Temos passado o último mês em constante vigília. Qualquer descuido pode ser uma tragédia. Então, Nina vive dentro de casa, dormindo aos pés de Maria Paula, no sofá, na minha cama. Transformou-se no xodó de todos aqui. Nesse momento, enquanto digito, ela está deitada às minhas costas na poltrona. Minha filha fala com ela como se fosse o bem mais precioso do mundo. Chega da escola e imediatamente vai perguntar a Nina: Sentiu saudade, meu amor? Enquanto estou ao computador digitando e meu marido lendo ali na cama, Nina se enrosca perto dele e dorme. Ontem ainda, ele em chamou e quando olhei para ele, ela estava dormindo na palma da mão dele (é, ela cabe lá inteira). E então ele me disse: As vezes a gente se pergunta o que é Deus, onde está Deus. Olha só, Deus é isso!

É. Eu que nem sou lá muito de me apegar em animais, estou aqui, acrescentando aos meus inúmeros afazeres, mais um: cuidar de um filhote. Coisas da vida. Coisas de Deus, com certeza. O que me fez trazer a gatinha para casa, além de pena do animal por estar abandonado, foi o fato de que alguns dias antes, uma amiga muito querida, me contou que o cãozinho dela havia morrido. Havíamos conversado muito a respeito e confessei a ela que não gosto de animais ou de me apegar a animais. Eles são tão frágeis. Ela duvidou disso. Disse que era impossível uma pessoa como eu, não gostar de alguma criatura. E Deus mandou Nina, para me provar que Roseli estava certa.

 

Angela Rocha

 



Escrito por Angela Rocha às 08h22
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NOTA NA INTERNET

O que é Pagerank?

O sistema PageRank (TM) é usado pelo site de busca Google para ajudar a determinar a relevância ou importância de uma página na internet. Foi desenvolvida pelos fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin em 1998. Quanto maior o pagerank de um site maior é a importância do mesmo. O pagerank varia de 0 a 10. A maior parte dos sites da Internet tem pagerank 0.


O PAGE RANK DE MEU BLOG É 3. Obrigado a todos que visitam meu blog!!!



Escrito por Angela Rocha às 00h10
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Abandono...

 

A gente vive a vida toda, cheios de nossos próprios conceitos. Isso quando não, de preconceitos. Conceito de amor, conceito de amizade, conceito de aceitação. Propagamos aos quatro ventos esses nossos conceitos. Mas não os vivemos de fato. Acreditamos que amar é dedicar-se ao outro a tal ponto de nos esquecermos de nós mesmos. Acreditamos que amizade é a eterna espera de que o outro tenha por nós, os mesmos sentimentos. E nessa espera, às vezes, nos despojamos de nós mesmos. Porque o outro acredita que amigo é aquele que ouve e cala. Nunca fala. Não “incomoda”.

E no nosso conceito de aceitação se soma a de todos os outros. Aceitar ao outro é amar. Aceitar ao outro é ser amigo. Será? Será essa aceitação incondicional realmente, prova de amor? Quantas vezes nos calamos em nome do amor, quando deveríamos gritar os nossos sentimentos, a nossa insatisfação? Quantas vezes em nome da amizade deixamo-nos pisar sem piedade, apenas para que o amigo se sinta bem? Quantas vezes deixamos de dizer aquilo que é importante apenas com medo da reação do outro? Diria que muitas vezes é necessário, antes de aceitar, rever nossos conceitos...

Da mesma forma que o conceito funciona para mim, deveria ser para o outro. Se amar é aceitar, te aceito como é. Mas então, você não me aceita... Você exige de mim aquilo que não sou. O amigo que cala, só ouve, não fala. O amigo que não dá palpite, o amigo que não se mete na sua vida. O amigo que só dá o ombro para chorar, que chora com você,  sendo que, este chorar com você, nem pode ser manifestado. O amigo que jamais, veja bem, jamais, te dá conselhos. Então dessa forma, não é preciso amigo. Uma coluna almofadada para encostar, surte o mesmo efeito. Com a vantagem que ela nunca vai retribuir teus sentimentos ou te molhar com suas lágrimas.

Mas a coisa não funciona assim. Precisamos de retribuição. Precisamos saber que somos importantes para o outro, como o outro, é para nós. Senão, é o momento do abandono. E abandonar é deixar. E deixar, entre todos os conceitos é o mais dolorido. Implica na maior de todas as aceitações: a de que não somos amados ou que somos incapazes de amar. Às vezes o abandono é a maior prova de amor que podemos dar. Tanto para o ser amado, quanto para nós mesmos. Quantas vezes nosso amor “incomoda” o outro, pela simples razão de que ele não pode retribuir. “E não importa o quanto você se importe, isso nunca vai ter importância para o outro”. Então, ás vezes, o abandono se faz necessário... Muito mais que o amor.

 

Angela Rocha



Escrito por Angela Rocha às 08h49
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POESIA

Estou dona de uma tristeza hoje,

que quase que não cabe em mim...

Por isso vaza... Vaza como represa rachada...

Se esvai em gotas...

Bem capazes até, de encher um oceano...

E não sei bem o que me entristece...

Se é esse corpo, tão limite da alma

Ou se é essa alma, tão carente de corpo

Que lhe dê possibilidades ilimitadas de fazer

Tudo aquilo que se anseia nas madrugadas

Um toque na face, um sorrido de companhia

mas passa... tudo passa.



Escrito por Angela Rocha às 17h09
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SOLENE ADMOESTAÇÃO

“Eu te conjuro diante de Deus e de cristo Jesus, que há de vir julgar os vivos e os mortos, pela sua Aparição e por seu Reino: proclama a palavra, insiste, no tempo oportuno e no inoportuno, refuta, ameaça, exorta com toda paciência e doutrina. Pois virá tempo em que alguns não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, segundo os seus próprios desejos, como que sentindo comichão nos ouvidos, se rodearão de mestres. Desviarão os ouvidos da verdade, orientando-os para as fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em tudo, suporta o sofrimento, faze o trabalho de evangelista, realiza plenamente teu ministério.” (2Tim, 4,1-5).



Escrito por Angela Rocha às 23h45
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CORINTIOS 13

O amor

 

Se eu tivesse o dom de falar em outras línguas, sem tê-las aprendido, e se pudesse falar em qualquer idioma que há na terra ou no céu, mas não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o barulho do gongo ou o som do sino.

Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos e tanta fé ao ponto de tirar as montanhas dos lugares, mas, senão tivesse amor eu não seria nada.

Se eu desse aos pobres tudo o que tenho e até entregasse o meu corpo para ser queimado, mas não tivesse amor, isso não teria valor algum.

O amor é muito paciente e bondoso, o amor não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso.

Não é arrogante, nem egoísta.

Não se irrita, nem fica magoado.

O amor não se alegra com a injustiça, mas fica feliz com a verdade.

Ele nunca desanima, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência, o amor é eterno. Há mensagens espirituais, mas durarão pouco.

Existem dons de falar línguas estranhas, mas acabarão logo.

Há conhecimento, mas terminará também.

Pois os nossos dons de conhecimento e as nossas mensagens espirituais existem somente em parte.

Mas quando vier o que é perfeito, então o que existe em parte será extinto.

Quando eu era menino, a minha maneira de falar, de sentir e de pensar era de menino. Agora que já sou homem, não tenho mais essas coisas de menino.

Agora só podemos ver e compreender um pouquinho de Deus, com se estivéssemos observando seu reflexo num espelho muito ruim, mas chegará o dia em que o veremos integralmente face a face.

Tudo quanto sei agora é obscuro e confuso, mas depois verei tudo com clareza, tão claramente quanto Deus está vendo agora mesmo o interior do meu coração.

Agora, pois, permanecem três coisas: a fé, a esperança e o amor. Porém, a maior delas é o amor.

 

Paulo de Tarso



Escrito por Angela Rocha às 20h35
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TEXTO

Silvanety, lá de Tangará da Serra - MT é um Anjo. Dona de uma sensibilidade e um carinho muito grande. Acredita até que a gente é, de fato, “Anjo”. De vez em quando manda pra gente uns textos maravilhosos. Esse é um deles:

Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.

Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, ainda em botão.

Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.

Mas não somos adivinhos. Não sabemos por quanto tempo estaremos enfeitando esse jardim e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor.

E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.

Entristecemos-nos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.

Perdemos dias, às vezes anos. Calamos-nos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.

Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.

Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso"      e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.

E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.  Reclamamos do que não temos,     ou achamos que não temos suficiente.

Cobramos.  Dos outros. Da vida. De nós mesmos.

Consumimos-nos.  Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.

E se experimentássemos nos comparar com aqueles que possuem menos?

Isso faria uma grande diferença.

E o tempo passa...

Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.

Até que, inesperadamente, acordamos. E então nos perguntamos: E agora?

Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.

Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.

Não olhe para trás.     O que passou, passou.

O que perdemos, perdemos.

Olhe para frente!

Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.

Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.

Pense!...

Não o perca mais!...

 

Autor desconhecido

 

 



Escrito por Angela Rocha às 14h28
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POESIA

Relógio do coração

 

Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.

Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.

Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que ficaram por anos em nossas agendas.

Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.

Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.

E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.

Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.

Há eventos que marcaram, e que duram para sempre

o nascimento do filho, a morte da avó, a viagem inesquecível, o êxtase do sonho realizado.

Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.

Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.

Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz estava eu na ocasião.

O relógio do coração hoje descubro, bate noutra freqüência daquele que carrego no pulso.

Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.

Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.

É olhar as rugas e não perceber a maturidade.

É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças do que viveu.

Pense nisso. E consulte sempre o relógio do coração: ele lhe mostrará o verdadeiro tempo do mundo.

 

(Alexandre Pelegi)

 

Esse belo texto quem mandou foi a Dulce de Planaltina-DF. Beijão pra você amiga!



Escrito por Angela Rocha às 08h13
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RESSURREIÇÃO

 

 

Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.”

                                                          

I Corintios, 15,19-22

 

 



Escrito por Angela Rocha às 11h26
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FINADOS

 

A dor da saudade...              

 

Quando lembramos das pessoas que perdemos, vem uma vontade louca de abraçá-los outra vez. De voltar no tempo e segurar a vida. Eles estão aqui conosco, em nosso coração, mas não podemos tocá-los, é como se ainda sentíssemos o cheiro de seu perfume no ar, mas os nossos olhos não os encontram.

Ah! Aqueles que já foram! Que encheram de sorrisos e de alegria a nossa vida. Foram embora e deixaram este vazio inconsolável, que a gente, às vezes, disfarça para esquecer. Deles, a gente guarda até o mais simples dos gestos, a maneira com que moviam as mãos, o jeito de empurrar para trás aquelas mechas de cabelo caídas na testa, tudo enfim.

Ouvimos ainda o ruído de seus passos e o som de suas vozes, sentimos na pele a leveza de seu toque. Ah, essa vontade doida de rever seu sorriso. A mão nos segurando, o colo nos aconchegando. Como queríamos que ficassem, quando era hora de partir. Esse arrependimento amargo nos sufocando. Por que não lhes demos mais atenção, mais alegria? Mais presença.

Essa saudade que machuca o coração, esse soluço preso na garganta... Que nem mesmo a oração consola. Meu Deus! Que dor, que parece do tamanho do infinito. Faz até, a gente querer morrer um pouco para compensar essa ausência, essa falta de presença tão grande em nossa vida!


Angela



Escrito por Angela Rocha às 22h22
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TEXTO

O exemplo de Meu Pai

 

Tenho poucas memórias de meu pai durante a minha infância. Lembro-me bem de minha mãe, sempre atarefada e inquieta, enquanto passava o tempo todo fazendo alguma coisa apressada. Minhas tias, ainda tias de primeira viagem, que compunham junto a minha mãe a trindade governamental da minha infância. Também lembro bem de meus irmãos, que eu encarava com um misto de curiosidade e ciúmes, naturais em qualquer criança quando se torna irmão mais velho. Mas de meu pai, as lembranças são escassas. Era um homem com uma mistura estranha de paciência e intempestividade, contemplativo da vida, de si e dos outros, mas dado a arroubos de fúria - que geravam uma tempestade de impropérios e indignação de minha mãe.

 

Boa parte do que me lembro daquela época está sempre ligado à minha avó. A dona Nita, um poço de calma e sabedoria, com suas meias e chinelos, andando pela casa fumando seu cigarro de palha. Seu olhar carregava o julgamento divino sobre aqueles grandes óculos de avó e ao mesmo tempo, a redenção. Os carinhos, a excelente cozinha, todas as coisas, grandes e pequenas, mais importantes do que tudo. E também, como meu pai, que geralmente me inspirava um respeito que beirava o medo, parecia voltar a ser um menino quando estávamos perto dela. Parecia se sentir completamente amparado e em casa e isso me reconfortava. Me sentia seguro sabendo que ele era como eu. Senti tanto quando minha avó morreu, naquele gélido lugar da minha memória, porque percebi que meu pai perdera o seu porto seguro - ele estava só. Quando vi meu pai escondido pra chorar, atrás da capela, eu senti um aperto no peito, uma angústia como nunca antes, e eu vi aquele menino. Eu o abracei e foi a primeira vez que eu chorei de verdade, pra valer mesmo.

 

Cresci e veio a juventude e todas as preocupações fúteis que nos ocorrem nesta época. Houveram conflitos, mas que foram mais fruto da impaciência e desentendimento do que de qualquer sentimento mais profundo. Junto com as bobagens, veio também a realidade. A vida é algo surpreendente e, às vezes, isso é muito desagradável. Mas sobrevivemos, invariavelmente. Cicatrizados e cautelosos, para todos os efeitos. A partir disso, meu pai mudou. Passou a estar sempre acompanhado por uma melancolia, uma tristeza decepcionada. Com o quê, eu nunca soube ao certo, mas sempre senti que era com a própria vida e com as dificuldades de viver neste mundo. O importante é que percebi, sob aquele semblante fechado e exigente, um oceano de idéias e pensamentos sombrios e belos, dignos daquelas pessoas que sabem o que é perder as pessoas que se ama, de decepcionar-se consigo mesmo e com o mundo. Um oceano que me fez ver a minha insignificância frente à grande experiência que é a vida. O exemplo de meu pai é o de alguém que é, antes de tudo, humano. E eu, através dessa humanidade, pude me reconfortar no fato de que sempre existirão aquelas pessoas que nos trazem esperança na realidade dos fatos e, principalmente, na sensação de que eu voltava a ser menino mais uma vez. E que eu estava em casa.

 

Paulo Daniel Rocha



Escrito por Angela Rocha às 11h35
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...

Aprendendo...

 

A gente aprende muita coisa na vida.

Principalmente se estiver disposto a aprender.

E aprende também que não existem fórmulas para isso ou aquilo.

Aprende que amar é difícil... E às vezes, absurdamente fácil.

Difícil é esquecer, apagar esse sentimento quando ele não é mais querido ou requerido.

Existem pessoas absurdamente fáceis de amar... E absurdamente difíceis de entender.

Porque te pedem amor com o olhar e te rejeitam com palavras...

Aí a gente aprende a sofrer...



Escrito por Angela Rocha às 15h25
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Angela Rocha
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